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Winston Churchill: os dois lados da mesma moeda.

Winston Churchill: os dois lados da mesma moeda.

24/06/2016

Desde de cedo ouvimos histórias compartilhadas por nossos pais, avós e pessoas próximas a nós. Histórias sobre a infância, contos antigos, piadas, as vivências e experiências, histórias essas que nos despertam as mais variadas emoções e sempre deixam alguma lição. A partir de um determinado momento em nossa vida, somos nós que passamos a vivenciar situações diversas, algumas até muito parecidas com as que ouviamos, já outras, completamente diferentes. Assim passamos a retirar lições importantes, aumentando a nossa bagagem de conhecimentos, e levando-as para a vida toda, mas o que fazer com tanta informação?

Compartilhar, assim como nosso pais e amigos faziam e fazem até hoje.

Por isso convidamos nosso fundador Moacyr Werner a manter uma coluna, onde possamos ouvir histórias, não apenas aquelas sobre, veículos, empreendedorismo e todo o seu amplo conhecimento nos ramos em que atuou, mas também as suas experiências e liçoes de vida.

Com a palavra o fundador, com um texto que nos mostra o lado não tão conhecido de um grande homem e líder.

 


Os dois lados da mesma moeda

 

Instado a dizer algo interessante sobre pessoas e fatos, lembrei-me de Winston Churchill, a quem admiro muito, tanto é que tive a pretensão de usar o nome dela para minha modesta biblioteca. Fumante inveterado de charutos cubanos "os melhores" em que em seu ocaso na política, quando afastou-se da vida pública, logo após participar da I grande guerra como infante e na II grande contra a Alemanha de Adolf Hitler. Eis que nos ardores da batalha travada pronunciou as palavras que repercurtiram à todos os seus súditos dizendo "só posso oferecer a todo nosso povo, sangue, suor e lágrimas". Na certeza de que iria derrotar o nazismo, mesmo com este cabedal de conhecimentos, teve na vida altos e baixos. Ao terminar a guerra, ao lado dos aliados como a Rússia e Estados Unidos, já que tinha descendência americana e inglesa entre seus ascendentes.

Passada a interpérie e já aposentado, adquiriu o hábito sáudavel de pintar, onde pode escapar da depressão e ansiedade extrema. Foi quando começa a lidar com pincéis e bisnagas de tintas óleo, tornando-se um ótimo hobby que o acompanhou o resto da vida.

Ao terminar esta pequena biografia volto a citá-lo, que "pintou como passatempo", e terminou dizendo: "regozijo-me com tons brilhantes sem desprezar as demais cores, só tenho pena e dó pelas pobres cores amarronzadas". Enfim saibam que a admiração que tenho para o "homem do século" é que ao abraçar a vida paralela na literatura onde escreveu diversas obras tais como "minha mocidade" e mesmo na pintura, onde se revelou um ótimo pintor deixando para a posteridade inúmeras telsa que refletem seu amor aos pincéis.

 

 

 

 

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